A empresa japonesa Orange Inc., criadora do app de mangás emaqi, acaba de fechar uma rodada de financiamento de 25 bilhões de ienes (muro de 870 milhões de reais). O valor foi outorgado por quatro grandes bancos japoneses: Shoko Chukin Bank, MUFG, SMBC e Mizuho. A meta é clara: estugar o desenvolvimento global da plataforma, lançada na América do Setentrião em maio de 2025.
Desde o início, a Orange trabalha com uma missão ambiciosa: levar mangás para fãs do mundo inteiro com traduções oficiais em seus respectivos idiomas. Para isso, a empresa investirá o novo capital em três frentes principais: aumentar o número de títulos traduzidos, melhorar a qualidade das traduções e expandir a equipe de especialistas.
Qualidade e combate à pirataria de mangá

Com o investimento, a Orange pretende fortalecer seu time de tradutores, letristas e designers. Ou por outra, vai aprimorar suas ferramentas com uso de IA, permitindo que as versões oficiais dos mangás cheguem mais rápido ao público. Esse movimento também procura moderar o progresso das versões piratas e prometer que os criadores recebam por seu trabalho.

Outro ponto importante é a expansão global. Embora o app tenha estreado na América do Setentrião, o objetivo é levá-lo a outros países de língua inglesa e também a outras regiões, sempre com foco na tradução profissional e saudação aos direitos autorais.
Base de gigantes e novos talentos
Os bancos japoneses envolvidos na operação elogiaram a iniciativa da Orange, destacando o potencial dos mangás porquê patrimônio cultural do Japão. Porquê resultado, a empresa já iniciou a contratação de novos talentos para várias áreas — inclusive tradutores e especialistas em localização.
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Nascente: PR Times

